segunda-feira, 10 de março de 2014

Prévia do Lançamento do videoclipe da Trupe Mandhala


Oi pessoal, tudo bem com todos?

Nós da Trupe, vamos lançar nosso primeiro videoclipe oficial, que será do duo Lunatique das Mandhalinhas Mary e Vivi.
O vídeo será lançado esta semana com exclusividade no Blog Aerith Tribal Fusion.

Mas, enquanto o clipe não chega, confiram o vídeo teaser.
Esperamos que gostem!



Lilililililiililil



Dança em Conexão Bahia - Europa 2014 (Workshop)



O evento Dança em Conexão Bahia Europa aconteceu em Salvador, no dia 25 de Janeiro e contou com workshops das bailarinas Sarah Chebaro (Bélgica) e Hilde Cannoodt (Inglaterra). O evento foi produzido e realizado pela Bailarina e professora de Dança do Ventre e Tribal, Bela Saffe, sendo que os workshops aconteceram na Escola de Dança Etudes.

Sarah Chebaro (Bélgica)


A primeira aula do dia foi com a professora Sarah Chebaro, que trouxe como tema “Fusão Cigana”. Cheguei alguns minutos atrasada no work e confesso que no início achei que a aula teria um ritmo mais lento e com poucas novidades para mim. Ledo engano. Sarah trabalhou em sua aula tanto a força quanto a postura da dança Flamenca. A dança Flamenca é uma das danças que mais influenciaram na formação da Dança Tribal (vide as posições de braço que usamos no ATS e os floreios que deixam os movimentos ainda mais bonitos), porém atualmente, tendo em vista a existência de inúmeras fusões e hibridações, nem toda bailarina traz essa referência como uma presença forte na sua fusão. Creio que esse tenha sido um dos motivos para que eu tenha gostado tanto deste work, pois a Sarah trouxe alguns passos que para mim foram novos. Muitos dos passos trabalhados foram adaptados (fusionados) a partir de movimentações da dança Flamenca e da dança cigana, e o resultado final foi extremamente interessante. Foi realmente inspirador ver a energia com a qual ela dança. Essa com certeza é uma característica que gostaria de agregar à minha dança.

Hilde Cannoodt (UK)

Após o work da Sarah, foi a vez da professora Hilde Cannoodt assumir o posto.  O tema do work da Hilde foi “Ondulações, Shimmies e camadas”. Essa não foi a primeira vez que fiz aulas com a Hilde. Em 2013 tive a oportunidade de ter aulas com ela em um evento produzido por Joline Andrade, o Dramofone. Particularmente me agrada muito a maneira da Hilde dar aulas: gosto muito da preocupação que ela tem em limpar os movimentos e trabalhar algumas técnicas, que no meu ver são de suma importância para o desenvolvimento da bailarina. Nesse work não foi diferente, trabalhamos técnicas de shimmies que muito são usadas pelas bailarinas de tribal e que permitem contrapor de maneira fluida movimentações que mesclam shimmies e ondulações.

Infelizmente as aulas tiveram a duração de duas horas e me deixaram com a sensação de “quero mais”. Já participei de muitos workshops e creio que nesse formato, funcionam mais as aulas com duração de no mínimo três horas, entretanto, independente da duração das aulas, o mais importante ao participar de aulas no formato de workshops é anotar tudo que é trabalhado na sala, e se possível gravar sequências e passos, a fim de que o estudo possa ser continuado dentro de sua rotina de aulas e ensaios.

Resenha por Viviane Macedo*

*Viviane Macedo é bailarina e professora de Dança do Ventre e Tribal. É uma das integrantes da Trupe Mandhala, grupo de Dança Étnica 

Esta resenha foi escrita para o blog Aerith Tribal Fusion, para a seção Resenhando - Região Nordeste

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Work Caixinha Bailarina Trupe Mandhala

Finalmente chegou o work da Trupe - Caixinha Bailarina - com algumas temáticas que aprendemos no Shaman's Fest dos works com Heather Stants, Tjarda van Straten e Marisu Parada.
Preparamos tudo com muito carinho pra vocês.
Aproveitem!!


Quem se interessar, solicita edital e ficha de inscrição pro nosso e-mail trupemandhala@yahoo.com.br


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Trupe Mandhala participa do Festival InVerso - Arte Integrada e o Diabo A4

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O festival surge de maneira a movimentar e estimular o debate sobre arte e cultura em nossa cidade buscando ser uma ação integrada, tanto na maneira como se apresenta, quanto pelo seu conteúdo. Em sua primeira edição, tendo como tema central uma reflexão sobre a vida urbana, há uma série de atividades artísticas distribuídas ao longo de 3 dias no Museu de Arte Contemporânea que buscam promover o contato e a prática com o campo cultural, a proposta é trazer uma discussão sobre a produção artística e sua apropriação do território urbano através de atividades criadoras (oficinas), as quais tornam o indivíduo mais sensível em relação ao seu ambiente. Além das oficinas também integra o calendário de atividades uma exposição com os cartazes dos eventos mais significativos realizados pelo Feira Coletivo Cultural nos seus 5 anos de atuação na cidade, apresentações de dança com a Trupe Mandhala, shows com bandas locais bem como a abertura da exposição fotográfica e o lançamento da antologia de poemas Cidade, fotógrafos e poetas da região de Feira de Santana com trabalhos inéditos sobre suas experiências na urbe. Lembrando que a poética da arte nas cidades ultrapassa os limites estruturais/físicos, está fundamentada numa dimensão filosófica que recupera as relações entre o homem e o mundo, entra o sujeito e a cidade.

 
Programação:
23.10 – a partir das 14h
- Oficinas
  • Fotografia – com Pedro Henrique Caldas & Priscila Lima
  • Expressão corporal & declamação – com Jean Marques
- Exibição do documentário Hera (2012) + debate sobre o “fazer literário” na Bahia
 
24.10 – a partir das 19h
- Lançamento da antologia de poemas “Cidade”
- Abertura da exposição “A Poesia está na rua” com salas de graffiti, fotografia & memorial do Feira Coletivo.
- Exibição do vídeo “Vandalismo Poético na Terra de Lucas”
- Apresentação de dança com Lyara Britto & a Trupe Mandhala
- Cultural com Roça Sound
 
25.10 – Sexta Cultural (quintal do MAC) – a partir das 19h
- Shows com as bandas: Tangerina Jones, Bando Catavento e Adestradores de Lentilhas.

Trupe Mandhala participa de mais um edição do Bicho Feliz

 

A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana - APA, com apoio cultural da UEFS | CUCA, realizará a 5ª edição do Show Beneficente Bicho Feliz no dia 25/10/2013, às 19h30, no Teatro do CUCA, em Feira de Santana/BA.

O Bicho Feliz é um evento artístico já firmado no calendário da instituição e reconhecido pelo público. Tem por objetivo divulgar o trabalho realizado pela Associação, agregando novos adeptos à causa e arrecadando fundos para a construção da sede própria, que funciona atualmente em uma área alugada, bem como conseguir doações para ajudar a sua causa. 

Nesta edição o evento Bicho Feliz trará mais uma vez sua programação diversificada que contará com artistas feirenses da música e da dança que participam voluntariamente do evento.

Além das apresentações de música e dança, haverá uma Exposição Fotográfica com Animais do Abrigo sob o olhar do fotógrafo Henrique Paraguassú.

Música:
- Goreti Figueiredo - Hamilton Gonçalves - Simone Gonçalves - Luciano Xavier - Ar Marias - Guilherme Guille - Leno Peixoto - Célia Zaiin - Caroline Lopes - Zé das Congas e Grupo de Percussão - Daniel Costa - Lucas Nask - Caroline Migliorine - Grupo Samba de Roda Zazinha Cerqueira

Dança:
- Allegro Studio de Dança - Space Park Ballet - Prelúdio Academia - Trupe Mandhala (Dança Tribal) - Cia de Dança - Denis Silva - Carmem Silva (Dança Afro) - Lara Alves (FUNCEB)


BICHO FELIZ
Dia 25/10
Teatro do CUCA
Horário: 19h30
Ingressos à venda no local: R$ 10,00
01 Kg de ração (opcional)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Intervenção Tribal com batida indizível acontece em Salvador


Com um repertório autoral inspirado no afrobeat, o I.F.Á. (Ijexá Funk Afrobeat) é o novo projeto de Jorge Dubman (bateria), Fabricio Mota (baixo) e Átila Santtana (guitarra), músicos da cena independente de Salvador. Acompanhados por Prince Áddamo (guitarra), Alexandre “Loro” Espinheira (percussão) e Inês Regina (teclados), o I.F.Á. estreou no mês de agosto no cenário musical com temas instrumentais que são verdadeiros manifestos de afirmação estética e musical. Além de ijexá, funk e afrobeat, o I.F.Á. insere elementos de dub, reggae e outros sons do atlântico, afirmando a importância da música como elo histórico entre as culturas negras da diáspora.

Desde sua estreia, as apresentações vem contando com uma intervenção muito especial. Lyara Brito, coreógrafa e bailarina da Trupe Mandhala, grupo de Feira de Santana, tem participado levando apresentações com a linguagem da Dança Tribal para os shows.

A ideia dessa junção veio por sugestão da Beauty Artist, Produtora e amiga pessoal de Lyara, Luciana Gonzalez, e pelo próprio Jorge Dubman após conhecer seu trabalho.
"Primeiro ela me apresentou o material deles, eu ouvi e vi que era minha cara. Nós queríamos experimentar essa mistura e tudo isso foi uma surpresa pro resto da banda. Combinamos que eu iria ouvindo o show e quando sentisse que era pra entrar eu entraria no meio e faria a intervenção. A ideia ficou tão legal que a banda toda gostou e a tecladista Inês Regina deu a ideia de eu continuar participando dos shows, e eles toparam", disse Lyara.

Já tem um tempo que Lyara e sua Trupe estão estudando e já deram início a um projeto com músicas autorais de artistas brasileiros (vamos falar mais sobre este projeto numa próxima publicação), e esta parceria com o I.F.Á. só veio a fortalecer esta ideia de juntar diversas linguagens artísticas e levar para públicos diferenciados.

O encontro também é positivo quando se trata de expandir e de mostrar o trabalho, pois muitas pessoas que vão para curtir o som conhecem o trabalho da bailarina, e muitas pessoas que vão lá para a verem dançar acabam conhecendo e curtindo também o trabalho da banda. É uma grande troca na verdade.

Confiram abaixo dois vídeos das primeiras intervenções, de muitos que virão por aí.


Música e Dança em sintonia - I.F.Á. Afrobeat com Intervenção Tribal de Lyara Brito




I.F.Á. tocando o tema autoral Afrofunk Revolution e Antonia Lyara Ribeiro mesmerizante
em sua intervenção tribal. Visca, Salvador, Bahia, 6 de setembro de 2013.




Curtam a sensação!!!

 

I.F.Á. tocando Homecooking do mestre Tony Allen, com intervenção performática de Antonia Ribeiro, 
tantalizando os sons do afrobeat no Visca, em Salvador, Bahia, no dia 8 de agosto de 2013.



 


Fonte sobre a banda: Divulgação
Texto: Assessoria da Trupe Mandhala

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Work de Tribal com Sara Félix em Curitiba

Último módulo de 4h. 
Vagas Limitadas!!

Os workshops são para nível iniciante. Neste caso, não precisa ter experiência em dança.

4º Módulo: dia 19/10
Apartir das 16:30h até 20:30h

Inscrições pelo email: s.sarafelix@gmail.com

SOBRE SARA FÉLIX

Bailarina, coreógrafa e pesquisadora na área de dança; professora formada em Educação Física pela PUCPR. Pesquisadora em ritmos e cultura oriental... pesquisadora em fusões tribais raízes, flamenca, break, dança indiana e dark fusion. Ministra workshops, apresentações em festivais de música eletrônica, shows e eventos em geral.
Seus estudos e aperfeiçoamentos na área incluem workshops e oficinas com grandes nomes do Tribal e renomadas bailarinas nacionais e internacionais.


Maiores informações: (41) 9990-9172
s.sarafelix@gmail.com

domingo, 18 de agosto de 2013

Dança foi destaque no 10º Chá de Conversa e Som


Na sexta-feira (16), o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Feira de Santana recebeu a 10ª edição do projeto Chá de Conversa e Som, destacando neste mês o tema “Dança, Educação e Diversidade”. A entrada é franca.

Com entrada, chá e torradas gratuitas, o evento contou com a presença das convidadas especiais Carmem Silva (Coreógrafa e Produtora Cultural), Graze Ferreira (Professora de Educação Física e Mestra em Dança pela Ufba) e Viviane Macedo, Andrea Farias e Mariana Figuêredo (integrantes da Trupe Mandhala) que debateram sobre o tema da vez - Dança, Educação e Diversidade.

Também foi exibido durante o Chá o vídeo clipe oficial da música “Eletronicamentefeitoamão”, do cantor, compositor e ativista cultural Paulo Costa, trabalho produzido pelo próprio artista e pela Atelier Filmes.

O que é o Chá

O Chá de Conversa e Som é um evento da sociedade civil, de acesso gratuito e classificação livre e fundamenta-se em encontros mensais temáticos para “bate-papos” que girem em torno da cultura feirense e territorial. 

A atividade é organizada pelo artista plástico e percussionista Gabriel Ferreira, historiador e mestre de capoeira angola Bel Pires (Grupo de Pesquisa Populações Negras/Uneb) e pelo radiojornalista Elsimar Pondé (Rádio Subaé AM e TV Olhos D’Água), com apoio cultural do Littera Cursos, Feira Coletivo, Museu de Arte Contemporânea.

O próximo Chá já está marcado para o dia 06 de setembro, também no MAC. Participem!






Fotos de Elsimar Pondé



Texto atualizado do release enviado por Elsimar Pondé.



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dramofone 2013


Reapresentação do DRAMOFONE 2013 | Salvador-BA
Espetáculo de Dança Tribal e outras hibridações...

Direção: Joline Andrade

24 de agosto, 20h - Teatro Xisto Bahia

Participação de Joline Andrade & Cia., Trupe Mandhala, Samile Dias, Iasmim Salume, Diana Magnavita, Adriana Munford, Mine Tawil e muito mais...

Ingressos: R$20 inteira e R$10 meia.

Informações: (71)8796-3669 | joline_teixeira@hotmail.com

RELEASE
Numa tentativa de acompanhar a liquidez das informações no mundo contemporâneo, a dança tribal, popularmente chamada de dança étnica de "fusão", surge como proposta de agregar diferentes manifestações de danças étnicas das mais variadas regiões do mundo, e busca mesclar referências e matrizes de danças tradicionais e transpô-las numa estética contemporânea atualizada. É uma linguagem que, tendo como referência a dança do ventre, mescla conceitos e movimentos de danças étnicas como o flamenco, a dança indiana e danças da cultura Hip Hop, ou seja, danças de diferentes culturas e regiões do mundo bem como o(a) yoga. É relativamente recente no mundo da dança (surgiu em torno da década de 60, na Califórnia, durante os movimentos contraculturais do Woodstock), mas bebe na fonte de diversas culturas antigas e mistura tudo numa alquimia contemporânea. O espetáculo DRAMOFONE leva a uma imersão em universos exóticos e híbridos, através da dança e música étnica e contemporânea, permeando por uma estética antique/retrô. O gramofone foi uma invenção de 1887 e inspirou o título do espetáculo que é dirigido por Joline Andrade e o elenco é formado por seu grupo de pesquisa em dança tribal de Salvador-BA e demais convidados
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