sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Work Caixinha Bailarina Trupe Mandhala

Finalmente chegou o work da Trupe - Caixinha Bailarina - com algumas temáticas que aprendemos no Shaman's Fest dos works com Heather Stants, Tjarda van Straten e Marisu Parada.
Preparamos tudo com muito carinho pra vocês.
Aproveitem!!


Quem se interessar, solicita edital e ficha de inscrição pro nosso e-mail trupemandhala@yahoo.com.br


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Trupe Mandhala participa do Festival InVerso - Arte Integrada e o Diabo A4

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O festival surge de maneira a movimentar e estimular o debate sobre arte e cultura em nossa cidade buscando ser uma ação integrada, tanto na maneira como se apresenta, quanto pelo seu conteúdo. Em sua primeira edição, tendo como tema central uma reflexão sobre a vida urbana, há uma série de atividades artísticas distribuídas ao longo de 3 dias no Museu de Arte Contemporânea que buscam promover o contato e a prática com o campo cultural, a proposta é trazer uma discussão sobre a produção artística e sua apropriação do território urbano através de atividades criadoras (oficinas), as quais tornam o indivíduo mais sensível em relação ao seu ambiente. Além das oficinas também integra o calendário de atividades uma exposição com os cartazes dos eventos mais significativos realizados pelo Feira Coletivo Cultural nos seus 5 anos de atuação na cidade, apresentações de dança com a Trupe Mandhala, shows com bandas locais bem como a abertura da exposição fotográfica e o lançamento da antologia de poemas Cidade, fotógrafos e poetas da região de Feira de Santana com trabalhos inéditos sobre suas experiências na urbe. Lembrando que a poética da arte nas cidades ultrapassa os limites estruturais/físicos, está fundamentada numa dimensão filosófica que recupera as relações entre o homem e o mundo, entra o sujeito e a cidade.

 
Programação:
23.10 – a partir das 14h
- Oficinas
  • Fotografia – com Pedro Henrique Caldas & Priscila Lima
  • Expressão corporal & declamação – com Jean Marques
- Exibição do documentário Hera (2012) + debate sobre o “fazer literário” na Bahia
 
24.10 – a partir das 19h
- Lançamento da antologia de poemas “Cidade”
- Abertura da exposição “A Poesia está na rua” com salas de graffiti, fotografia & memorial do Feira Coletivo.
- Exibição do vídeo “Vandalismo Poético na Terra de Lucas”
- Apresentação de dança com Lyara Britto & a Trupe Mandhala
- Cultural com Roça Sound
 
25.10 – Sexta Cultural (quintal do MAC) – a partir das 19h
- Shows com as bandas: Tangerina Jones, Bando Catavento e Adestradores de Lentilhas.

Trupe Mandhala participa de mais um edição do Bicho Feliz

 

A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana - APA, com apoio cultural da UEFS | CUCA, realizará a 5ª edição do Show Beneficente Bicho Feliz no dia 25/10/2013, às 19h30, no Teatro do CUCA, em Feira de Santana/BA.

O Bicho Feliz é um evento artístico já firmado no calendário da instituição e reconhecido pelo público. Tem por objetivo divulgar o trabalho realizado pela Associação, agregando novos adeptos à causa e arrecadando fundos para a construção da sede própria, que funciona atualmente em uma área alugada, bem como conseguir doações para ajudar a sua causa. 

Nesta edição o evento Bicho Feliz trará mais uma vez sua programação diversificada que contará com artistas feirenses da música e da dança que participam voluntariamente do evento.

Além das apresentações de música e dança, haverá uma Exposição Fotográfica com Animais do Abrigo sob o olhar do fotógrafo Henrique Paraguassú.

Música:
- Goreti Figueiredo - Hamilton Gonçalves - Simone Gonçalves - Luciano Xavier - Ar Marias - Guilherme Guille - Leno Peixoto - Célia Zaiin - Caroline Lopes - Zé das Congas e Grupo de Percussão - Daniel Costa - Lucas Nask - Caroline Migliorine - Grupo Samba de Roda Zazinha Cerqueira

Dança:
- Allegro Studio de Dança - Space Park Ballet - Prelúdio Academia - Trupe Mandhala (Dança Tribal) - Cia de Dança - Denis Silva - Carmem Silva (Dança Afro) - Lara Alves (FUNCEB)


BICHO FELIZ
Dia 25/10
Teatro do CUCA
Horário: 19h30
Ingressos à venda no local: R$ 10,00
01 Kg de ração (opcional)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Intervenção Tribal com batida indizível acontece em Salvador


Com um repertório autoral inspirado no afrobeat, o I.F.Á. (Ijexá Funk Afrobeat) é o novo projeto de Jorge Dubman (bateria), Fabricio Mota (baixo) e Átila Santtana (guitarra), músicos da cena independente de Salvador. Acompanhados por Prince Áddamo (guitarra), Alexandre “Loro” Espinheira (percussão) e Inês Regina (teclados), o I.F.Á. estreou no mês de agosto no cenário musical com temas instrumentais que são verdadeiros manifestos de afirmação estética e musical. Além de ijexá, funk e afrobeat, o I.F.Á. insere elementos de dub, reggae e outros sons do atlântico, afirmando a importância da música como elo histórico entre as culturas negras da diáspora.

Desde sua estreia, as apresentações vem contando com uma intervenção muito especial. Lyara Brito, coreógrafa e bailarina da Trupe Mandhala, grupo de Feira de Santana, tem participado levando apresentações com a linguagem da Dança Tribal para os shows.

A ideia dessa junção veio por sugestão da Beauty Artist, Produtora e amiga pessoal de Lyara, Luciana Gonzalez, e pelo próprio Jorge Dubman após conhecer seu trabalho.
"Primeiro ela me apresentou o material deles, eu ouvi e vi que era minha cara. Nós queríamos experimentar essa mistura e tudo isso foi uma surpresa pro resto da banda. Combinamos que eu iria ouvindo o show e quando sentisse que era pra entrar eu entraria no meio e faria a intervenção. A ideia ficou tão legal que a banda toda gostou e a tecladista Inês Regina deu a ideia de eu continuar participando dos shows, e eles toparam", disse Lyara.

Já tem um tempo que Lyara e sua Trupe estão estudando e já deram início a um projeto com músicas autorais de artistas brasileiros (vamos falar mais sobre este projeto numa próxima publicação), e esta parceria com o I.F.Á. só veio a fortalecer esta ideia de juntar diversas linguagens artísticas e levar para públicos diferenciados.

O encontro também é positivo quando se trata de expandir e de mostrar o trabalho, pois muitas pessoas que vão para curtir o som conhecem o trabalho da bailarina, e muitas pessoas que vão lá para a verem dançar acabam conhecendo e curtindo também o trabalho da banda. É uma grande troca na verdade.

Confiram abaixo dois vídeos das primeiras intervenções, de muitos que virão por aí.


Música e Dança em sintonia - I.F.Á. Afrobeat com Intervenção Tribal de Lyara Brito




I.F.Á. tocando o tema autoral Afrofunk Revolution e Antonia Lyara Ribeiro mesmerizante
em sua intervenção tribal. Visca, Salvador, Bahia, 6 de setembro de 2013.




Curtam a sensação!!!

 

I.F.Á. tocando Homecooking do mestre Tony Allen, com intervenção performática de Antonia Ribeiro, 
tantalizando os sons do afrobeat no Visca, em Salvador, Bahia, no dia 8 de agosto de 2013.



 


Fonte sobre a banda: Divulgação
Texto: Assessoria da Trupe Mandhala

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Work de Tribal com Sara Félix em Curitiba

Último módulo de 4h. 
Vagas Limitadas!!

Os workshops são para nível iniciante. Neste caso, não precisa ter experiência em dança.

4º Módulo: dia 19/10
Apartir das 16:30h até 20:30h

Inscrições pelo email: s.sarafelix@gmail.com

SOBRE SARA FÉLIX

Bailarina, coreógrafa e pesquisadora na área de dança; professora formada em Educação Física pela PUCPR. Pesquisadora em ritmos e cultura oriental... pesquisadora em fusões tribais raízes, flamenca, break, dança indiana e dark fusion. Ministra workshops, apresentações em festivais de música eletrônica, shows e eventos em geral.
Seus estudos e aperfeiçoamentos na área incluem workshops e oficinas com grandes nomes do Tribal e renomadas bailarinas nacionais e internacionais.


Maiores informações: (41) 9990-9172
s.sarafelix@gmail.com

domingo, 18 de agosto de 2013

Dança foi destaque no 10º Chá de Conversa e Som


Na sexta-feira (16), o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Feira de Santana recebeu a 10ª edição do projeto Chá de Conversa e Som, destacando neste mês o tema “Dança, Educação e Diversidade”. A entrada é franca.

Com entrada, chá e torradas gratuitas, o evento contou com a presença das convidadas especiais Carmem Silva (Coreógrafa e Produtora Cultural), Graze Ferreira (Professora de Educação Física e Mestra em Dança pela Ufba) e Viviane Macedo, Andrea Farias e Mariana Figuêredo (integrantes da Trupe Mandhala) que debateram sobre o tema da vez - Dança, Educação e Diversidade.

Também foi exibido durante o Chá o vídeo clipe oficial da música “Eletronicamentefeitoamão”, do cantor, compositor e ativista cultural Paulo Costa, trabalho produzido pelo próprio artista e pela Atelier Filmes.

O que é o Chá

O Chá de Conversa e Som é um evento da sociedade civil, de acesso gratuito e classificação livre e fundamenta-se em encontros mensais temáticos para “bate-papos” que girem em torno da cultura feirense e territorial. 

A atividade é organizada pelo artista plástico e percussionista Gabriel Ferreira, historiador e mestre de capoeira angola Bel Pires (Grupo de Pesquisa Populações Negras/Uneb) e pelo radiojornalista Elsimar Pondé (Rádio Subaé AM e TV Olhos D’Água), com apoio cultural do Littera Cursos, Feira Coletivo, Museu de Arte Contemporânea.

O próximo Chá já está marcado para o dia 06 de setembro, também no MAC. Participem!






Fotos de Elsimar Pondé



Texto atualizado do release enviado por Elsimar Pondé.



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dramofone 2013


Reapresentação do DRAMOFONE 2013 | Salvador-BA
Espetáculo de Dança Tribal e outras hibridações...

Direção: Joline Andrade

24 de agosto, 20h - Teatro Xisto Bahia

Participação de Joline Andrade & Cia., Trupe Mandhala, Samile Dias, Iasmim Salume, Diana Magnavita, Adriana Munford, Mine Tawil e muito mais...

Ingressos: R$20 inteira e R$10 meia.

Informações: (71)8796-3669 | joline_teixeira@hotmail.com

RELEASE
Numa tentativa de acompanhar a liquidez das informações no mundo contemporâneo, a dança tribal, popularmente chamada de dança étnica de "fusão", surge como proposta de agregar diferentes manifestações de danças étnicas das mais variadas regiões do mundo, e busca mesclar referências e matrizes de danças tradicionais e transpô-las numa estética contemporânea atualizada. É uma linguagem que, tendo como referência a dança do ventre, mescla conceitos e movimentos de danças étnicas como o flamenco, a dança indiana e danças da cultura Hip Hop, ou seja, danças de diferentes culturas e regiões do mundo bem como o(a) yoga. É relativamente recente no mundo da dança (surgiu em torno da década de 60, na Califórnia, durante os movimentos contraculturais do Woodstock), mas bebe na fonte de diversas culturas antigas e mistura tudo numa alquimia contemporânea. O espetáculo DRAMOFONE leva a uma imersão em universos exóticos e híbridos, através da dança e música étnica e contemporânea, permeando por uma estética antique/retrô. O gramofone foi uma invenção de 1887 e inspirou o título do espetáculo que é dirigido por Joline Andrade e o elenco é formado por seu grupo de pesquisa em dança tribal de Salvador-BA e demais convidados

quarta-feira, 31 de julho de 2013

10º Chá de Conversa e som - Dança, Educação e Diversidade




O Chá de Conversa e Som é um evento da sociedade civil, de acesso gratuito e classificação livre e fundamenta-se em encontros mensais temáticos para “bate-papos” que girem em torno da cultura feirense e territorial. 

Completou 1 ano em Julho de 2013 e é uma atividade organizada pelo artista plástico e percussionista Gabriel Ferreira, pelo historiador e mestre de capoeira angola Bel Pires (Grupo de Pesquisa Populações Negras/UNEB), pelo radiojornalista Elsimar Pondé (Rádio Subaé AM e TV Olhos D’Água) e pelo mestre em cultura popular Asa Filho (Cidade da Cultura), com apoio cultural do Littera Cursos.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Feira recebe mais uma vez Oficinas com o músico Ricardo Passos


Retornando pela segunda vez à Feira de Santana, o músico português Ricardo Passos irá ministrar Oficinas de Ritmo Árabe para Bailarinas e de Canto Dhrupad no CUCA no domingo, dia 28/07.
Em sua primeira vez na cidade, em 2012 com produção da Trupe Mandhala, o músico realizou Oficina de Ritmo para Bailarinas onde o público pode aprofundar seus conhecimentos, e uma pequena vivência de Canto Clássico Indiano, apresentando seu trabalho diferenciado que é resultado de pesquisas que integra sons oriundos de diferentes países, com raízes ancestrais. 
Agora os interessados terão mais uma oportunidade de conhecer o trabalho deste renomado músico que trará conhecimentos essenciais para toda bailarina de dança árabe.
Vale a pena participar!






OFICINA DE RITMO ÁRABE PARA BAILARINAS


O ritmo é proporção em movimento, é duração, repetição, comportamento cíclico, não é algo que se faça, mas sim algo que nos transporta, é tempo medível e veículo de integração; o ritmo está na base da vida.

Trabalharemos o ritmo integrando-o no corpo através de práticas simples, algumas de remotas tradições e outras de recente desenvolvimento. Partiremos de células rítmicas básicas; estas são os pilares de todas as músicas. Como se entende um ritmo?
Ampliaremos a nossa compreensão sobre o ritmo usando diferentes tipos de métrica. Utilizaremos o corpo como veículo de expressão musical.


OBJETIVOS
- Coordenação e fluidez rítmica
- Desenvolvimento da atenção, concentração e coordenação motora
- Descobrir diferentes possibilidades do corpo como instrumento
- Aprender ritmos básicos utilizando sílabas onomatopeicas
- Prover um espaço criativo para o crescimento pessoal e a expressão
- Facilitar um encontro grupal

CONTEÚDO
- Introdução aos principais ritmos tocados no Médio Oriente
- Noções básicas de polirritmia
- Interação e improvisação





CANTO DHRUPAD

Nada yoga


«Nada» em sânscrito significa som, ou seja, Nada Yoga é a prática de Yoga guiada pelo som. A música clássica indiana é uma das formas mais eficientes para o aspirante iniciar-se no Nada Yoga, mais especificamente o canto Dhrupad. Ela é constituída de uma grande variedade de ragas ou modos melódicos específicos que produzem efeitos poderosos tanto no indivíduo como no meio etéreo que o rodeia.

Quando cantamos o corpo é o nosso instrumento. Afinamos este instrumento através de posturas corporais, da respiração e de técnicas vocais específicas. Estas técnicas nos ajudam a regular nossos ritmos internos e a vibrar nossos centros ressoadores naturais. Cantamos ragas para nos afinarmos com o tempo e o espaço. As ragas correspondem às diferentes horas do dia e da noite, às estações e às diferentes rasas (estados de ânimo). Cada nota musical se relaciona com uma certa emoção. 
A intenção do Nada Yoga é desenvolver os conhecimentos terapêuticos e meditativos dos sons e aprender a utilizá-los e controlá-los como instrumento gerador de saúde e bem estar.


OBJETIVOS
Estabelecer um equilíbrio harmónico entre a voz, o corpo e a mente
Tomar consciência dos ressoadores naturais
Aprender diferentes ragas (escalas) para poder invocar os diferentes estados de ânimo que correspondem a cada uma destas ragas
Aprender diferentes talas(ciclos rítmicos) que acompanham as ragas
Facilitar um espaço criativo para o desenvolvimento pessoal e a expressividade
Ativar e equilibrar os centros energéticos (chakras)


CONTEÚDO
Exercícios de respiração, posição corporal e movimento expressivo
Diferentes técnicas vocais que permitem desvelar nossa voz natural
Canto de sílabas sagradas e canções devocionais
Canto de ritmos através de sílabas mnemónicas (Dha, Dhin. Tarikita,etc.)


BENEFÍCIOS
Esta prática:
Fortalece nossa saúde ao regular nossos ritmos internos, proporcionando paz interior e equilíbrio
Ajuda a liberar emoções reprimidas
Estimula nossa criatividade e sabedoria intuitiva
Nos dá concentração, claridade e estabilidade mental e emocional
Purifica e magnetiza nossos corpos físico e subtil
Permite a possibilidade de nos expressarmos





Produção Local: Profª. Mitsuyana Matsuno 
Informações: mitymatsu@yahoo.com.br
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